a neW BraSil

31° janeiro, 2010

Clarice Lispector

Arquivado em: Seção Cultural — gsmohor @ 10:47 pm

Já escrevi sobre Clarice Lispector e retorno ao assunto.

Com suas personagens femininas muito pensamentes, ela não ouviu o Bom Conselho de Chico Buarque, ou resolveu ser tradicional e pensar 2 vezes antes de agir.

Tentar se descobrir deve ser algo comum a todos. Como viver, por que viver, para quem viver… Todos têm uma ponta de curiosidade, e ninguém descobre nunca \o/

Comigo, ler Clarice está sendo um atalho à essa busca, que na verdade é uma aventura. Busca algo desconhecido. Como diz uma música dos Titãs “A Melhor Forma” – “As idéias estão no chão, você tropeça e acha a solução”. Você nem sabe o que procura, mas a tal coisa está lá, e pode ser que você encontre.
Estou maravilhado e fissurado. Preso em liberdade. É uma busca incessante em se perder. Estou entendendo, justamente, que não estou entendendo, mas não desisto de entender.

Como no blog da Mariana ( Circulos psicodélicos), ela sugere Dan Brown, e até me convenceu! Mas estou numa empolgação tão grande em ler Clarice que não vou me desviar. Não vou parar até que eu pare.
É um pare dinâmico que pode ser por cansaço, exaustão ou falta de opção. Por opção eu não paro, é isso.

Então, sugiro que leiam!

Dica: a sintaxe dela é bizarra hehe demora um tempo a se acostumar, DEPENDENDO do livro que você pegar. Comece com um livro de contos como Felicidade Clandestina. É ótimo e é muito mais “entendível”.

;)

Danke, mi amiga que insiste en sugerir-me los libros, “Holz”.

22° janeiro, 2010

Não entender.

Arquivado em: Seção Cultural — gsmohor @ 5:39 pm
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Não vou tentar dizer com minhas palavras o que Clarice Lispector, em  O Livro dos Prazeres, disse com seu jeito sucintamente complicado de dizer as coisas.

Mas não é complicado. É só diferente.

->

“Não entender” era tão vasto que ultrapassava qualquer entender —
entender era sempre limitado. Mas não-entender não tinha fronteiras e levava ao infinito,
ao Deus. Não era um não-entender como um simples de espírito. O bom era ter uma
inteligência e não entender. Era uma bênção estranha como a de ter loucura sem ser
doida. Era um desinteresse manso em relação às coisas ditas do intelecto, uma doçura de
estupidez.
Mas de vez em quando vinha a inquietação insuportável: queria entender o
bastante para pelo menos ter mais consciência daquilo que ela não entendia. Embora no
fundo não quisesse compreender. Sabia que aquilo era impossível e todas as vezes que
pensara que se compreendera era por ter compreendido errado. Compreender era
sempre um erro — preferia a largueza tão ampla e livre e sem erros que era não-entender.
Era ruim, mas pelo menos se sabia que se estava em plena condição humana.

21° janeiro, 2010

Pulem este Post. É serio!

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 5:09 pm
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este post é para não ser lido. Pule.


O que digo aqui precisa ser dito. Mas não interessa a ninguém, é sobre alguém, mas não lhe deve ser interessante.
Só a mim interessa, e interessa expelir, eternar, gritar, vomitar e me livrar.

Eu sei, é um doce te amar, o amargo é querer-te pra mim.
E eu passei a te querer. Um egoísmo.
Nem é querer-te só para mim, mas também.
Sabe que não sou de dizer as coisas sem pensar, sabes que não ouso falar algo sem ter certeza. Não diria algo que pudesse ser mera empolgação momentânea.
Eu digo: eu te amo.
Se tenho certeza? Não. Não tenho certeza de mais nada. Só sei (ou seja, sinto) que nunca houve alguém como você. Ninguém me tocou como você, ninguém fez efeito, me deu insônia, me completou.
Sabe como você me completou? Tirando-me dos eixos, negando o que eu pensei saber, dando informações novas e me deixando completamente perdido!
Sou novo! Fui apagado, e você me completou.
Não será só sentir. Eu quero fazer. Eu quero ler um livro todo em seu olhar. Eu quero estar na sua frente pra qualquer perigo e ao seu lado pra toda aventura. Eu quero querer! Quão amplo é isso!
Pouca coisa me importa agora. Eu só quero atingir meu melhor naquilo que lhe for útil ou agradável. O resto? Não importa.
É difícil, tenho resquícios da antiga pessoa que me habitava. Tenho anseios e hesitações, bloqueios ainda. E prevejo: não terei nenhum!
Seria estranho saber que o que eu era eu não sou mais e um novo alguém surge a cada dia? Tem que ter coragem. Essa tal que eu nunca tive….
Calmae! “Eu” quem? Eu não existia! Eu sou novo! Você me fez recentemente, e com coragem!
Terei coragem para dizer, tentar, arriscar, perder, cair, errar e em pé de novo continuar. Cada dia melhor.

Seria mais fácil continuar quem eu era. Seria fácil ser apenas “eu”, apenas “um”. É tão simples. Faz o que quer como quer a hora que quer. Não precisa mudar, não precisa arriscar, não precisa descobrir. Não quero mais isso, simplesmente não me interessa mais.

Já não sigo uma linha de pensamento. Já não sei quem me ouve. Ainda terei um bom português e vou lhe explicar tintin por tintin. E com o olhar, como você faz, e como só você entende.

20° janeiro, 2010

Eu GRIDO!

Arquivado em: não sei! — gsmohor @ 2:18 pm
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Como na internet os computadores trocam dados,e  seu computador pode estar fazendo cálculos para uma pesquisa importante, como a cura do Câncer! Incrível? SIM! Impossível? Não!

Já sei, de alguns anos, que grandes centros de pesquisa utilizam a internet para ajudar seus desenvolvimentos. Eles utilizam o computador dos outros para auxiliar o processamento.

Como assim? Algumas pesquisa devem ser feitas “na mão”, no laboratório, para a comprovação e testes reais. Em outros casos, as coisas se dão por modelagem matemática ou testes estatísticos. Nestes casos, as pesquisa são feitas nada mais nada menos do que por computadores! Claro que houve algum PhD muito bão que fez um programa específico que realizasse todas as contas e testes corretamente, mas depois disso é só rodar e deixar rodando.

Não é como carregar um vídeo no youtube, são contas infinitas (MESMO) e precisam de anos de processamento, mesmo com os computadores mais brutos que existem. MAS, importante, ele não vai travar seu computador, sequer deixá-lo mais lento! Se ficar mais lento, eu JURO que é apenas impressão sua. Confirmo isso agora que estou usando o software.

GRID, do inglês “grade” ou “rede”, é o termo utilizado para uma união de computadores processando a mesma sequencia para acelerar seu término.

Seu computador conectado à internet ajuda as pesquisas mais brutas do mundo! Graças a algum experto que desenvolveu uma forma de juntas as informações pela internet :)

Ajude você também. O link abaixo dá explicações e um passo-a-passo para você também gridAR

http://www.eugrido.com.br/

21° dezembro, 2009

COP15 – ???

E é aqui que o capitalismo erra, sempre errou e continuará errando:
dar valor ao dinheiro.

Já foram medidos os níveis de gases na atmosfera das últimas décadas, séculos, e não há como negar que a concentração de CO2, CH4, NOx e SOx cresceram.
Não há como negar que é ação do homem.
PODE-SE, sim, duvidar sobre qual a participação disso nas mudanças climáticas.
Mas as dúvidas tem mais a ver com “cinismo” do que “ceticismo”.

O problema é conhecido. A solução também.

É fácil dar dinheiro. É simples, rápido, indolor. Exceto quando não se tem esse dinheiro. Mas isso não existe para os países. Não são os chefes que pagam, são o povo!
Afinal, se houvesse UMA conta corrente de um país, a entrada seriam os impostos, e a saída seriam obras e serviços públicos (fazendo uma simplificação forçada).
Então é fácil dar dinheiro, ainda mais sabendo que seus bancos, usinas, fábricas e carros não pararão. A mudança se dá com trabalho, esforço, tempo, dedicação. E isso falta ao capitalismo, exatamente pelo vício em “dar valor ao dinheiro”.

É lamentável, triste e previsível.

Voltamos às antigas revoluções: só interessa ao povo, mas só acontece quando o problema cresce … e atinge os chefões.

12° dezembro, 2009

sodade

Arquivado em: não sei! — gsmohor @ 4:51 pm
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Sentir falta é diferente de saudade…

Sentir falta existe em qualquer idioma, saudade não. Dúvido que o sentimento seja exclusivo de brasileiros, mas a palavra o é.

Sentir falta é como lembrar de um brinquedo, que nunca deixou de ser legal, mas que você nunca mais brincou. E na verdade, já prefere outro. Sentir falta é mais “nostalgia”. Embora seja “sentir”, não é lá tão sentido.

Saudade, se sente até do que nunca se teve, nunca se viu. Saudade, se sente antes da perda, da partida. Saudade…

Eu gosto de escrever aqui, não escrevo a mais de mês, e sinto falta. Mas não tenho saudade dos tempos que escrevia bastante.

Sinto saudade de uma amiga de partiu hoje. HOJE! (partiu = viajou, não morreu)

Se preferir o contrário, é a diferença entre querer algo, e o desejo por algo. Definiu Clarice Lispector:

ficava faminta mas não de comida, era um gosto meio doloroso que subia do baixo ventre e arrepiava os bicos dos seios e os braços vazios sem abraços.”

É MAIS que querer. É MAIS que sentir falta.

Saudade… é desejar e saber que não pode ter.

(perdoem-me os letristas que saibam definir “saudade”, mas essa é minha explicação, uma palavra por outras)

20° outubro, 2009

Brasil, o atual credor do FMI.

Arquivado em: Politicagem:Brasil e mundo — gsmohor @ 7:16 pm
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Emprestamos ao FMI. Somos credores. \o/ UHULL!

Eu digo credo! Porque não gosto do capitalismo.
Mas JÁ QUE estamos nele, vou trabalhar, ganhar dinheiro para comprar um CD e ouvir a hora que quiser (Ah! Como é bela a vida capitalista).

Lembrando que nem só de consumidores vive o mundo, o Brasil vai receber taxas de juros. As mesma odiadas por todos nós desde nossa cartidão de nascimento, será agora adorada por ter invertido de posição. (Parece a Geni)
Se temos dinheiro em caixa, que seja investido. E foi! Teremos lucro! \o/
Mas isso é capital sem transformação social. É um investimento financeiro com retorno financeiro e para quem meche com o financeiro e entende de financeiro e….

E eu tenho medo disso.

Dinheiro na mão é vendaval! Ou não é?
Só acredito no potencial de um dinheiro em caixa quando ele sai do caixa e vira algo real.
Até lá, estou hesitante.

E só pra constar, foi criado o Banco do Sul, um similar do FMI apenas entre a América do Sul, deles para eles.

E o Brasil insiste no FMI.

19° outubro, 2009

Afinal, juízes não erram? E podemos fazer algo?

Arquivado em: Politicagem:Brasil e mundo — gsmohor @ 4:08 pm
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Só neste ano, juízes foram alvo de 113 sindicâncias

“”"As investigações podem começar, ainda, de denúncias que qualquer cidadão ao CNJ”"”
Deixo aqui o link original e todo o texto, sem alterações.

Só comento que, mais uma vez, estamos melhorando a passos largos!

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091018/not_imp452363,0.php

Punição máxima, no entanto, é aposentadoria com direito a salário
Motivo de resistência entre magistrados desde que surgiu, no final de 2004, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) passou seus quatro primeiros anos sem apresentar números significativos no que diz respeito, por exemplo, a investigações de juízes e desembargadores suspeitos de corrupção. De um ano para cá, tudo mudou. São 113 sindicâncias abertas em 2009, contra apenas 15 no ano passado, um crescimento de 653%.
O CNJ passou a cumprir a atribuição de mapear desvios éticos e disciplinares de um poder historicamente avesso a ser fiscalizado. Desde que foi instalado, em junho de 2005, o modus operandi também mudou. Agora, o conselho tem recorrido até a expedientes de polícia, como análise de variação patrimonial e de movimentações financeiras dos juízes. O centro nevrálgico da mudança é a Corregedoria Nacional de Justiça, instância do CNJ planejada para fiscalizar desvios disciplinares de juízes e solucionar o mau funcionamento de fóruns e tribunais.
Sob o comando do ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de setembro de 2008 a setembro deste ano a corregedoria abriu 5.358 procedimentos para apurar desvios de toda ordem no sistema judiciário brasileiro, desde falhas processuais e administrativas até venda de sentenças.
Nos primeiros quatro anos, tendo à frente outros dois ministros do STJ, Antônio de Pádua Ribeiro, hoje aposentado, e César Asfor Rocha, atual presidente do tribunal, a corregedoria abriu apenas 28 sindicâncias. Das 113 abertas neste ano, dez já se transformaram em processos administrativos disciplinares, que podem custar o emprego dos investigados.
Sete magistrados foram afastados preventivamente e quatro, aposentados compulsoriamente. É a pena máxima a que um juiz pode ser submetido na esfera administrativa. E ainda tem direito a salário proporcional ao tempo de trabalho, que só perde após uma sentença final.
NA GAVETA
Os afastamentos recentes foram no mês passado. Envolvem três magistrados do Tribunal de Justiça da Bahia. Maria de Fátima Silva Carvalho é acusada de assinar sentenças escritas pelos próprios acusados e Janete Fadul de Oliveira, de receber R$ 700 mil para decidir em favor de uma empreiteira.
A pedido do Ministério Público, o processo começou a tramitar no tribunal baiano, mas os desembargadores entenderam que não havia elementos para abrir ação penal. O relator, desembargador Rubem Dário, também era investigado sob suspeita de venda de sentenças. O processo subiu para o CNJ e tanto as juízas quanto Dário foram afastados preventivamente das funções.
O rol de juízes afastados inclui até um desembargador-corregedor, Jovaldo dos Santos Aguiar, do TJ do Amazonas. Encarregado de investigar seus pares, ele fazia o oposto. Durante inspeção nos escaninhos do desembargador, o CNJ descobriu que, dos 39 procedimentos instaurados para investigar magistrados, 16 estavam na gaveta. Ainda no Estado, o CNJ afastou mais dois magistrados. O desembargador Yedo Simões e o irmão, Elci Simões, são suspeitos de favorecer um político.
Outro recém-afastado é o desembargador Edgard Lippmann Júnior, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, corte de segunda instância da Justiça Federal com sede em Porto Alegre e jurisdição em todo o Sul. É acusado de beneficiar uma casa de bingo em troca de dinheiro.
FURANDO A FILA
Na Paraíba, o CNJ afastou o desembargador Marcos Antônio Souto Maior, acusado de assinar despacho sob medida para que um assessor de seu gabinete conseguisse furar a fila de precatórios do governo local.
À época ele presidia o TJ e, no despacho, determinou o sequestro de R$ 147 mil para quitar o precatório do assessor, que ocupava o 23º lugar na fila. Por ordem do CNJ, Souto Maior passou a receber salário proporcional ao tempo de serviço.
Na lista de magistrados aposentados compulsoriamente por ordem do conselho estão dois juízes do trabalho. Um deles, Suenon Ferreira de Sousa Júnior, do Pará, foi acusado de retardar decisões e criar embaraços a advogados que não lhe emprestavam dinheiro.
O outro juiz do trabalho punido é Paulo Barbosa dos Santos Rocha. Para o CNJ, ele tinha conduta incompatível com o cargo. Em uma briga de família, teria pedido a um delegado que fizesse ameaças a um parente.
Os processos surgem de várias maneiras. Por vezes, como no caso da Bahia, após os tribunais de origem não adotarem as providências necessárias. As investigações podem começar, ainda, de denúncias que qualquer cidadão ao CNJ. Quando há indícios para instaurar sindicância, o conselho inicia a apuração, como um inquérito policial.
Se há suspeita de corrupção, a corregedoria conta com o auxílio da Receita Federal e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). “O CNJ se consolidou como o grande interlocutor da sociedade com o Judiciário e vem adotando medidas drásticas quando se trata de infrações disciplinares ou desvios de conduta”, afirma Dipp.

17° outubro, 2009

“Bem vindo ao mundo adulto”

Arquivado em: Politicagem:Brasil e mundo — gsmohor @ 9:58 am
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Maioridade penal. O que deveria determinar isso?
Seria o limite, aproximado, estimado, conceitual, de quando uma pessoa provavelmente pode responder por si mesma.

Eu digo 14 anos. Ou a idade média com que alguém conclui o ensino fundamental (que tem, agora, 9 anos).
O cidadăo, que já pode ser chamado assim, sabe resolver uma equaçăo do 2º grau; já conhece seu aparelho reprodutor; sabe quais săo os continentes do mundo e os principais países (G-8, BRIC, …); sabe que o Brasil produz e exporta soja e ervas medicinais; sabe que álcool e pólvora pegam fogo e que em uma câmara bem vedada um explosăo pode fazer uma máquina “sair do lugar”.
Por que ele năo sabe que roubar é errado? Agredir, estrupar, uso de drogas (é simplesmente proibido, e faz mal), depredaçăo de bens alheios (públicos ou năo), etc.

SERÁ MESMO que a pessoa năo tem conhecimento para isso? Năo tem capacidade intelectual para isso? Ou năo teve oportunidade de aprender? Isso se ensina na escola! Mesmo que a “educaçăo” seja tarefa dos pais, ela é 50% dada na escola, querendo ou não!
Portanto, 15 anos é uma boa.

Mas năo paremos por aqui. Sejamos completos. Respondendo por si coloca a pessoa ao lado de todos os demais? Năo, na minha opiniăo.

Tanto o julgamento como as penalidades devem ser conduzidas diferenciadamente. E isso deve valer até os 18 anos.
18 anos pois alguém que é obrigado a votar TEM de responder por si mesmo PLENAMENTE!
Esta é a idade do ensino médio, que faz parte do ensino básico, que é obrigatório.
O governo exige o ensino básico e deve dar possibilidade a todos. Entăo já excluimos a prisăo (Salvo casos de segurança pública, como homicidio doloso).
O ensino fundamental ainda é a única exigência para vários cargos públicos. Olha a incoerência: o “ser” é obrigado a estudar o ensino médio mas já pode trabalhar. Pode trabalhar mas năo pode responder por si mesmo! \o/ que festa é essa?
Considero que com o ensino fundamental concluído todos săo capazes (salvo casos especiais) de entender o certo e o errado, limites, e responder por seus atos, mas é claro que deve ser acompanhado por responsáveis, ter pena branda e SEMPRE educativa (corretiva), năo simplesmente penal.
E isso nada tem a ver com a “CASA”, antiga FEBEM. Pois aquilo é uma prisăo, bem dita.
O jovem que apresentar má conduta deve ser mais bem acompanhado, com tratamento especial por determinado tempo, e năo ficar recluso, pagar dinheiro ou outra futilidade que ele irá desdenhar certamente.

É discutindo sobre o assunto e não ficando em cima do muro que um dia conseguiremos dizer ao governo “a nossa opinião é essa” e eles terão de aceitar.
Respondam, comentem, dêem continuação.

d=

24° julho, 2009

“Justiça eleitoral – construindo um novo país” – é o sonho de cada cidadão

Arquivado em: Politicagem:Brasil e mundo — gsmohor @ 12:40 am
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O que leva uma criança/adolescente a crer que quando se casa, se casa por amor?
Ou,
Como botar da cabeça de alguém (da primeira a terceira idade) que ter filho pra receber pensão é algo lamentável?

Algumas culturas brasileiras “praticam” isso a gerações.

Como convencer alguém a votar?
Ou,
Como entender alguém que vota em troca de favor, sendo que o voto é secreto? Ninguém, absolutamente ninguém sabe em quem você votou! Ou a Zona Eleitoral não está conforme as leis! E isso exige denúncia, o que é outra história, mas algo me leva a crer que não é este o caso e sim aquele.

Algumas (centenas de) cidades do Brasil sofrem com a falta de informação e educação (eu costumo diferenciar educação de ensino, aqui é educação mesmo que eu quero dizer).
São costumes que, uma vez conhecidos, você toma como normal e pratica. Uma vez analisados, você vê que são absurdos. É fácil de ver.
Eu quero, e estou tentando contatar alguns parlamentares sobre esse assunto. Acho que a solução também é simples, como é simples apontar o problema.
Nas últimas eleições eu fiquei vislumbrado com as propagandas de “vote! 4 anos é muito tempo”, “vote! Seu voto é sua ordem sobre o futuro do país” e coisas do tipo “exerça seu poder”, “diga sua palavra”.
Agora faltam propagandas PESADAS sobre os direitos dos eleitores. Faltam os “não aceite santinhos no dia da votação”, faltam os “denuncie candidatos que utilizem de mídia …..”
Faltam muitas informações!
A eleição é, de longe, a maior (eu digo que é a única) participação do povo em seu país democrático. (Mais democrático que os EUA. Meus 14 anos de estudante me afirmam isso).

.
.

Você, caro leitor de meu blog, se tiver a mesma convicção que a minha, perceba que não é só na zona rural do nordeste que encontramos esse problema, e sempre devemos “pregar” essa importância do voto. Um voto realmente não vale muita coisa, mas o voto bem votado vale mais que todos.

13° julho, 2009

Um estranho no ninho…

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 12:25 am
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acolhido e alimentado, aquecido, amaciado.

É aquele se percebe ser um tal,
um tal que sofre desigualdades,
um tal que é destaque,
não na capa da revista, mas nos comentários e olhares por cima dos ombros,
é um tal que se sente atarefado, incumbido de algo, separado.

Um estranho. Estranhamente, no mesmo ninho de todos os outros.
Os outros não são meros “outros”, mas protagonistas, mas sim ele, “O” estranho, é que é mero figurante.

Mas veja bem,

que pessoa no mundo tem visão igual? que dois no mundo têm a mesma visão de mundo, se nem mesmo enxergam a mesma coisa?
Se teu irmão (que é TEU IRMÃO) é tão diferente assim, que dirá daqueles que nunca o viram?

Estranho no ninho é se sentir assim.
Ser assim, é exatamente o normal.
Normal é ser diferente.

Ser igual?
Isso é estranho!

2° junho, 2009

a TV imita a vida… ou o contrário

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 3:41 pm
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> Isso veio de um comentário do motorista do “meu” ônibus: “Há uns anos, comercial de cigarro tinha um cavalo bonitão, forte, cowboy, praia… hoje, ‘tava vendo ali, agora, tem gente sem dente, sem cabelo, sem perna, com câncer, morrendo… e tem gente que ainda fuma. O povo gosta de se iludir mesmo!” De cara, achei impressionante ele dizer isso em alto e bom som dentro do ônibus como se tivesse certeza de que ninguém ali era fumante ou disse sem medo de ofender alguém. Palmas para ele. Ele só disse a verdade. A TV e quase tudo que nela está contido (o Faustão não mora dentro da TV, crianças. Nem a xuxa) é uma ilusão. Horas depois, estava eu me divertindo com um seriado. Nele, um dos personagens principais é um ator (sim, um ator que, em seu papel, é um ator) e namora uma garota que jura que ele é na verdade um médico, pois ele, como ator, interpreta um médico. Eu e os milhares que veem o tal seriado demos risada, mas, no fundo, eu sei que tem gente que é assim. Acha que a TV é a vida real. Não xingaram e quiseram bater numa atriz (ou ator) da Globo pelo papel que ela (ou ele, não lembro bem) representava na novela? O povo se ilude. E de propósito! Mentira, não é de propósito, mas dá a impressão de ser. Nessa coincidência de assunto no mesmo dia, comecei a lembrar de outros comerciais e de como nenhum deles me influencia. Eu compro produtos e contrato serviços pela qualidade que eles demonstram e por indicações de conhecidos. Na falta de um destes, parto para a tentativa e erro até encontrar o melhor dos oferecidos no mercado acessível a mim. É o modo mais objetivo de ser. Pra finalizar, não estou sugerindo meu modo, mesmo porque eu entendo que novelas e comerciais felizes são um atrativo e um conforto no dia-a-dia estressante. É o já dito escapismo. Ele não é de todo mal. Mas tem um limite bem definido: saber que é um escapismo.

30° maio, 2009

Onde está você?

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 1:50 pm
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Onde está o seu sorriso?

Na sua boca ou nas piadas de seus amigos?

Onde está seu pensamento?

No seu cérebro ou naquela música?

E o seu choro? São lágrimas ou as tristezas de um fracasso?

Suas pernas estão abaixo da cintura? As minhas estão rodando o Brasil.

E seus olhos? Diga-me:

Estão filtrando luzes? Estão “secando” uma garota? Estão brilhando com o sol refletindo nás águas de um rio?

Você são várias, você está em vários lugares.

8° março, 2009

As CAGADAS do Vaticano continuam…

Mesmo que a interrupção da gravidez tenha sido feita dentro da lei (que permite o aborto em caso de estupro e risco de morte da mãe), o Vaticano preferiu excomungar os médicos e a mãe da menina de 9 (NOVE) anos grávida de gêmeos.

O argumento do Vaticano: “Os gêmeos eram inocentes”.

E a minha indagação:  “A menina é o quê? Neutra? Indiferente?”.

O homem que a estuprou, não sei se já foi identificado e punido, mas se alguém tem culpa, é ELE!

Após certa idade, fica difícil dizer se a culpa é do homem ou da mulher ou dos dois, mas este caso é claro: estupro! E o aborto é, FELIZMENTE, constitucional.

Às vezes eu quero ser simpático ao Vaticano, e dizer que “queimar bruxas” e enforcar cientistas foi um erro superado, mas não.

Não posso aceitar isso.

Não eu,

23° fevereiro, 2009

Obama: num post

Arquivado em: Politicagem:Brasil e mundo — gsmohor @ 7:05 pm
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>assinou sua primeira lei, o histórico Ato Lilly Ledbetter, que promove igualdade de pagamento entre homens e mulheres. “É muito simbólico que o primeiro projeto de lei que assino fale de um dos princípios fundadores deste país; que somos todos iguais e que cada um pode perseguir a sua própria versão de felicidade”.
*Bem simbólico… já que lei assinada não é lei cumprida. Mas ainda é bastante válida.

>prometeu reduzir à metade o déficit fiscal do país, atualmente em US$1,3 trilhão, até o fim de seu mandato, em 2013. Segundo ele, é hora de ter uma “conversa franca” sobre o problema.
*E os EUA então são tão ricos…
>Obama disse que a meta de reduzir o déficit será alcançada, entre outras coisas, “voltando ao princípio de não gastar o que não”.
Ricos EUA!
*E promessa bastante ousada de seu novo presidente. Ele diz “Yes, we can”, e eu até digo “Yes, I believe”.

>A promulgação da já chamada “Lei da recuperação” vai permitir a aplicação de um plano de 787 mil milhões de dólares, feito de investimentos nas grandes obras públicas para criar empregos, e reduções fiscais para estimular o consumo. Segundo Obama, o plano salvará ou criará mais de 3,5 milhões de empregos em dois anos e irá lançar igualmente as bases de uma nova economia de desenvolvimento duradouro.
*Não parece uma medida “Lulista”? Mas é estadounidense… que coisa!

>O governo vai destinar, com os organismos de financiamento hipotecário Fannie Mae e Freddie Mac, 75 mil milhões de dólares para ajudar os proprietários imobiliários em dificuldades.
*Pagar as dívidas dos outros. Foi o que eu entendi.

>No dia 22 de janeiro, ao assinar o fechamento da polêmica prisão no prazo de um ano, Obama exigiu que os detentos fossem tratados a partir de então de acordo com as convenções de Genebra
*Não lembro da Convenção de Genebra. Mas o “fechamento em um ano”, pra mim, valeu um mandato inteiro.

*resumindo…

Eu vejo um presidente disposto. Ele anunciou na campanha, e está assinando, leis e pacotes que não lembram o governo anterior.

Eu vejo um tom assistencialista. (por favor! excluam a palavra “esquerda” do vocabulário político! isso deixou de ser realidade há anos!) Lembra nosso governo, mas com estímulo capitalista, no final das contas. Se funcionar, e vale mais funcionar do que planejar, devolverá o sobrenome “superpotência” aos EUA.

E o cara é negro! Tipo assim… negão mano! Burrice não é não passar no vestibular. Burrice é acreditar que cor de pele altera a cor do sangue.

Somos todos iguais!

Paz!

(a maioria dos meus comentários foram irônicos)

(isso é uma desculpa prévia para possíveis não entendimentos. comentem suas dúvidas … e seus comentários)

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