a neW BraSil

17° Agosto, 2008

FREE TIBET! E viva as olimpíadas!

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 11:44 pm

Há anos a China reprime o Tibete. Este se declara independente. A nação tem fortíssima ligação resligiosa como casa de Dalai-Lama. Sua casa, mas encontra-se exilado por perseguições do governo chinês.

O “monstro” asiático tenta, ou dá a impressõ de tentar, extinguir a religião, a tradição e a unidade do Tibete.

E a olimpíada começou com os protestos no território. Continuou com a poluição enorme que as termoelétricas (raras no Brasil) jogam no ar e contribuem para o aquecimento global. As contruções belas omitiram a censura da mídia, isolando os chineses do mundo.

Assim como o consumidor pode não comprar produtos de empresas “maléficas”, o telespectador pode não prestigiar uma atração; diminuir sua popularidade e seu valor. Boicote às olimpíadas como alguns países ameaçaram fazer, alguns esportistas fizeram, e eu quase fiz.

Quase, porque sou esportista. Quase, porque os atletas participantes não têm a menor culpa de a China praticar atos infelizes. O recordista Phelps mereceu o triunfo. E os milhões de admiradores antenados na TV. Cielo mereceu reportagens e gratificações. Bolt e Nadal não poderiam ser menos parabenizados.

Viva o esporte. Morte a ….

Foquemos apenas em coisas boas: VIVA O ESPORTE.

15° Agosto, 2008

35 mil novos cargos – isso é que é governador!!!

Arquivado em: Politicagem:Brasil e mundo — gsmohor @ 4:29 am

Uma série de 31 decretos editados desde 2006 pelo governador de Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB) cria 35 mil novos cargos. Os salários variavam de R$ 2.250 a 4.500.

Os beneficiários entraram pela janela, sem a realização de um mísero concurso público.

 FELIZMENTE, o STF tachou a lei providencial de inconstitucional. “Enlouquecidamente inconstitucional”, no dizer do ministro Carlos Ayres Britto e acabou com a farra. Ficou assentado que os decretos perdem a validade desde a sua edição.

 

menos mal…

 

 

2° Agosto, 2008

E vão contra os professores?

Arquivado em: Politicagem:Brasil e mundo — gsmohor @ 12:30 pm

“O (Consed) decidiu oferecer subsídios ao Congresso Nacional, ao Executivo federal e aos governos estaduais para que estes se mobilizem pela revogação total ou parcial da lei que regulamenta o piso salarial nacional dos professores. A estratégia é elaborar um relatório apontando as inconstitucionalidades de lei federal 11738, sancionada no dia 16 de julho pelo presidente, e um anexo demonstrando que os Estados não podem arcar com um custo adicional próximo de R$ 10 bilhões em suas folhas de pagamento a partir de 2010. Os documentos devem ficar prontos em cerca de 15 dias, informou a secretária…A decisão foi tomada por 25 secretários estaduais de Educação reunidos hoje em Porto Alegre. O Conselho chegou a discutir a hipótese de contestar diretamente a lei na Justiça por meio de uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin), mas entendeu que essa tarefa cabe aos governadores e não aos secretários, seus auxiliares. “Alguns governadores já estão se mobilizando para isso”. Os secretários entendem que a lei transgride a Constituição em pelo menos três de suas determinações. Uma delas, considerada ingerência indevida, mexe nas carreiras de servidores estaduais ao exigir a destinação de 33% da jornada de trabalho para atividades extraclasse. A segunda é a transformação do piso, que muitos Estados já pagam, em vencimento básico, o que faz com que gratificações e adicionais se tornem novas despesas. E a terceira é a indexação do piso à variação do valor médio repassado a cada ano pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para Estados e Municípios. O custo financeiro da nova lei já foi calculado por 14 das 27 unidades federativas e, sem os dados das outras 13, chega perto de R$ 10 bilhões, referentes a custos da transformação do piso atual em vencimento básico e da contratação de quase 50 mil professores para atender a exigência de destinar um terço da carga horária em atividades extraclasse. O relatório preliminar juntou dados elaborados com metodologias diferentes e, por isso, pode ser modificado pelo documento final.”

Porém:

“…exigir a destinação de 33% da jornada de trabalho para atividades extraclasse…”
Professores que respondam isso: já não têm? Passar a limpo presença e as notas, corrigir provas, preparar as aulas… Tudo se dá em “hora extra”

“…os Estados não podem arcar com um custo adicional próximo de R$ 10 bilhões em suas folhas de pagamento a partir de 2010…”
Se não arcarem com educação vão arcar com o quê???
Isso não é gasto, é investimento.

Blog no WordPress.com.