Há anos a China reprime o Tibete. Este se declara independente. A nação tem fortíssima ligação resligiosa como casa de Dalai-Lama. Sua casa, mas encontra-se exilado por perseguições do governo chinês.
O “monstro” asiático tenta, ou dá a impressõ de tentar, extinguir a religião, a tradição e a unidade do Tibete.
E a olimpíada começou com os protestos no território. Continuou com a poluição enorme que as termoelétricas (raras no Brasil) jogam no ar e contribuem para o aquecimento global. As contruções belas omitiram a censura da mídia, isolando os chineses do mundo.
Assim como o consumidor pode não comprar produtos de empresas “maléficas”, o telespectador pode não prestigiar uma atração; diminuir sua popularidade e seu valor. Boicote às olimpíadas como alguns países ameaçaram fazer, alguns esportistas fizeram, e eu quase fiz.
Quase, porque sou esportista. Quase, porque os atletas participantes não têm a menor culpa de a China praticar atos infelizes. O recordista Phelps mereceu o triunfo. E os milhões de admiradores antenados na TV. Cielo mereceu reportagens e gratificações. Bolt e Nadal não poderiam ser menos parabenizados.
Viva o esporte. Morte a ….
Foquemos apenas em coisas boas: VIVA O ESPORTE.
