a neW BraSil

13° Julho, 2009

Um estranho no ninho…

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 12:25 am

acolhido e alimentado, aquecido, amaciado.

É aquele se percebe ser um tal,
um tal que sofre desigualdades,
um tal que é destaque,
não na capa da revista, mas nos comentários e olhares por cima dos ombros,
é um tal que se sente atarefado, incumbido de algo, separado.

Um estranho. Estranhamente, no mesmo ninho de todos os outros.
Os outros não são meros “outros”, mas protagonistas, mas sim ele, “O” estranho, é que é mero figurante.

Mas veja bem,

que pessoa no mundo tem visão igual? que dois no mundo têm a mesma visão de mundo, se nem mesmo enxergam a mesma coisa?
Se teu irmão (que é TEU IRMÃO) é tão diferente assim, que dirá daqueles que nunca o viram?

Estranho no ninho é se sentir assim.
Ser assim, é exatamente o normal.
Normal é ser diferente.

Ser igual?
Isso é estranho!

2° Junho, 2009

a TV imita a vida… ou o contrário

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 3:41 pm

> Isso veio de um comentário do motorista do “meu” ônibus: “Há uns anos, comercial de cigarro tinha um cavalo bonitão, forte, cowboy, praia… hoje, ‘tava vendo ali, agora, tem gente sem dente, sem cabelo, sem perna, com câncer, morrendo… e tem gente que ainda fuma. O povo gosta de se iludir mesmo!” De cara, achei impressionante ele dizer isso em alto e bom som dentro do ônibus como se tivesse certeza de que ninguém ali era fumante ou disse sem medo de ofender alguém. Palmas para ele. Ele só disse a verdade. A TV e quase tudo que nela está contido (o Faustão não mora dentro da TV, crianças. Nem a xuxa) é uma ilusão. Horas depois, estava eu me divertindo com um seriado. Nele, um dos personagens principais é um ator (sim, um ator que, em seu papel, é um ator) e namora uma garota que jura que ele é na verdade um médico, pois ele, como ator, interpreta um médico. Eu e os milhares que veem o tal seriado demos risada, mas, no fundo, eu sei que tem gente que é assim. Acha que a TV é a vida real. Não xingaram e quiseram bater numa atriz (ou ator) da Globo pelo papel que ela (ou ele, não lembro bem) representava na novela? O povo se ilude. E de propósito! Mentira, não é de propósito, mas dá a impressão de ser. Nessa coincidência de assunto no mesmo dia, comecei a lembrar de outros comerciais e de como nenhum deles me influencia. Eu compro produtos e contrato serviços pela qualidade que eles demonstram e por indicações de conhecidos. Na falta de um destes, parto para a tentativa e erro até encontrar o melhor dos oferecidos no mercado acessível a mim. É o modo mais objetivo de ser. Pra finalizar, não estou sugerindo meu modo, mesmo porque eu entendo que novelas e comerciais felizes são um atrativo e um conforto no dia-a-dia estressante. É o já dito escapismo. Ele não é de todo mal. Mas tem um limite bem definido: saber que é um escapismo.

30° Maio, 2009

Onde está você?

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 1:50 pm

Onde está o seu sorriso?

Na sua boca ou nas piadas de seus amigos?

Onde está seu pensamento?

No seu cérebro ou naquela música?

E o seu choro? São lágrimas ou as tristezas de um fracasso?

Suas pernas estão abaixo da cintura? As minhas estão rodando o Brasil.

E seus olhos? Diga-me:

Estão filtrando luzes? Estão “secando” uma garota? Estão brilhando com o sol refletindo nás águas de um rio?

 

Você são várias, você está em vários lugares.

8° Março, 2009

As CAGADAS do Vaticano continuam…

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos, Politicagem:Brasil e mundo — gsmohor @ 6:12 pm

Mesmo que a interrupção da gravidez tenha sido feita dentro da lei (que permite o aborto em caso de estupro e risco de morte da mãe), o Vaticano preferiu excomungar os médicos e a mãe da menina de 9 (NOVE) anos grávida de gêmeos.

O argumento do Vaticano: “Os gêmeos eram inocentes”.

E a minha indagação:  “A menina é o quê? Neutra? Indiferente?”.

O homem que a estuprou, não sei se já foi identificado e punido, mas se alguém tem culpa, é ELE!

Após certa idade, fica difícil dizer se a culpa é do homem ou da mulher ou dos dois, mas este caso é claro: estupro! E o aborto é, FELIZMENTE, constitucional.

Às vezes eu quero ser simpático ao Vaticano, e dizer que “queimar bruxas” e enforcar cientistas foi um erro superado, mas não.

Não posso aceitar isso.

Não eu,

6° Dezembro, 2008

empreitada por coisas boas: parte j (vou começar a contar)

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 7:20 am

Eu, que estudei no CasD (outra coisa boa a se falar) tive o prazer de ver, esse ano, sua aula inaugural, que contou com a participação de dois caras (é, bem informal mesmo) do Canto Cidadão. E o que é isso afinal?

“”"O Canto Cidadão cumprirá seus propósitos por meio da criação e execução de iniciativas de divulgação da importância do exercício da cidadania e da participação organizada da sociedade civil no desenvolvimento do terceiro setor em todos os seus aspectos, utilizando, para tanto, meios de comunicação como rádio, televisão, jornal, revista, internet, além do desenvolvimento de palestras e consultorias para o fomento de novas iniciativas, desenvolvimento de projetos de humanização hospitalar, atendimento à comunidade e prestação de serviços de eventos sociais à organizações e empresas. (Lei 9.790/99, parágrafo único do art. 3º) .”"”

resumindo: eles levam a cidadania àqueles que por vezes não a recebem. Isso inclui os “palhaços cidadãos” que vão em hospitais. Uma bela iniciativa que fica mais clara no site: http://www.cantocidadao.org.br/

faça sua parte, seja um bom cidadão!

o homem não é desse mundo mesmo…

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 7:18 am

>
tão natural como comer e andar, é lutar por terreno e comida.
é assim desde os primeiros animais…até antes!
as plantas fazem isso!
as mais altas fazem o “egoísmo” de tomarem sol, enquanto as mais baixas ficam na sombra, e se acostumam com isso..
ou acertam as contas com Darwin….

eu, particularmente, não consigo bater em alguém, BATER mesmo…
mal brinco com isso…
mas na real, não é errado!
ou no mínimo…ter “compaixão”, CEDER, “dexá keto”…isso sim, não é natural!
incrível como trabalhamos, fazemos algo que não queremos, que não nos favorece em nada, para receber um crédito, e pagar por casa e comprar comida…
incrível como deixamos de ser naturais!
como queremos ser melhores, “entrar em contato com a natureza”, mas deixamos de ser animais comuns, e passamos a ser “superiores”, ou seja lá qual for esta classificação…
não consigo entender nem mesmo tentarei explicar essa nossa evolução contrária..
a seleção natural diz que o mais forte e adaptado sobrevive, pois bem..
hoje nós temos> sertão/desertos/Antártida e outros: sobrevivem os mais fortes!!!
>resto do mundo industrializado moderno superior desenvolvido comercial capitalista> sobrevive o adaptado…

e adaptado se refere ao psicológico, a aceitação (Lê-se submissão), relativa humilhação, perda de características próprias…..e assim vai..

8° Novembro, 2008

faltou o comentário sobre o post abaixo rsrs

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 9:13 pm

Bom, após ler o fato vivenciado pela mulher no Japão, só posso pensar nos 3 Rs:
Reduzir,
Reutilizar,
Reciclar.

Neste caso, é reduzir mesmo. MESMO!

e como a pressão modifica o meio…

São soluções “arcaicas”, manuais, simples, nada tecnológico ou inovador, que resolve um problema antigo e comum (quero dizer: que tem em todo lugar há tempos).

Será mesmo que cada um fazendo a sua parte não resolva?

Tente!

Blogged with the Flock Browser

e como bom eng. ambiental… tenho que me atualizar (e atualizar) –> O lixo! Como o Japão resolve seu problema.

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 8:34 pm

embora não esteja fazendo isso ultimamente…

Mas vamos lá;

achei uma declaração de alguém que…

“”Eu morei algum tempo no japão e o que mais me impressionou naquele país, foi o lixo.
Cada morador recebe um saco de lixo ( degradável ) poir mês, que já vem com seu nome e endereço
( caso ele seja morador recente..ele deve preencher seus dados ) só assim, depois de assinados os lixos podem ser remetidos..e a coleta é extremamente seletiva,  cada dia para um tipo de produto, 3 vezes por semana lixo orgânico, uma vez por mês papel, uma vez plástico, vidro,  uma vez a cada 3 meses pilhas, baterias
pequeno detalhe…o saco tem apenas 5 litros! então você deve economizar em tudo ao máximo para que o seu papel,plástico, caiba num saco de 5l.
Coisas da casa como eletrodomésticos, eletronicos, ficam guardados em cabines ( tem uma em cada rua ) esperando que alguem  se interesse por alguma coisa….só depois ao retirados pelo lixeiro.
Móveis, roupas, louças, etc…ficam guardados em lojas ou depósitos ( cujo aluguel do espaço é pago pele proprietário )  esperando que alguem possa vir e pegar alguma coisa..e assim liberar o espaço.
Todos os produtos que estão em exposição nas lojas, são colocados em depósitos, em exposição, esperando tbm que alguém os  queira…e ninguém quer, pq ninguém quer um produto que já começou seu estado de deteriorização, exposto `a luz e ao calor
Quando as pessoas vão se mudar ou vão deixar o japão…fazem um Casa aberta, esperando que os amigos venham gentilmente  para aliviar-lhes de alguma coisa…
Depois de uma festa, todos os participantes da festa, além de ajudarem a limpar toda a casa, levam parte dos produtos descartáveis que foram usados, eles dividem o lixo.
O japão é uma pequena ilha e por isso não tem onde jogar seu lixo…então..estão sufocados pelo lixo
por todo e qualquer lixo.
As pessoas pensam mil vezes antes de comprar um produto, pq depois não terão como se desfazer dele.
Coisas embaladas em isopor, simplesmente não vende…verduras, legumes, muito grandes…não vende…
Uma sala de jantar grande e maravilhosa custa 10 vezes menos que uma mesinha e almofadas..
Ninguém quer entulho em casa…tudo é muito limpo, muito racional.
Todo o lixo orgânico se transforma em adubo, é misturado a terra e vendido, pq o solo japonês não é feito de terra mas de  sobras de pedras vulcânicas, por isso eles não podem mesmo enterrar o lixo…tb é extremamente proibido…
Alguns restos de lixo que foram encontrados enterrados na praia foram examinados, localizado o infrator que recebeu uma  multa absuuuuurda…
Nada pode ser queimado pq, por as casas serem feitas de madeira é um grande risco de incêndio.
A cada quarteirão existe um fiscal de quarteirão ( geralmente um velhinho muiiito chato) que abre cada saco de lixo  e confere se nada foi misturado….caso tenha sido…ele vai até sua casa devolvê-lo…e fazer um discurso..e dar uma  bronca daquelas…
Então…todo o papel higiênico é lançado nas fossas, pq é biodegradável…mas não os absorventes…não os preservativos… não as fraldas descartáveis…
com esses produtos vc só tem uma opção..ou lava e coloca no lixo certo…ou vai até o hospital mais próximo onde ele  pode ser recolhido e tratado como lixo hospitalar…
então…se vc tem um aparelho de barba..plastico e aço..vc fica sem saber onde se desfazer dele.
Quando eu voltei ao brasil ainda estava muiiiito traumatizada com o lixo…
eu não consiguia jogar um pedacinho de papel dentro do lixo orgânico.
Antes que a gente chegue a esse ponto de terror…é melhor começarmos..
e tudo o que fazemos ainda será pouco diante da necessidade futura..porque lá eles já estão vivendo o futuro.
“”"

10° Outubro, 2008

Cursos assistenciais: a reforma da educação.

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos, Politicagem:Brasil e mundo — gsmohor @ 10:34 am

Em pleno sábado à tarde, com relatórios a fazer e conteúdos a estudar, grande satisfação tive em comparecer às palestras de Renan e Thiago. E não foram palestras de um homem só, havia uma participação do público (inclusive a do pai do Renan), complementando suas dicas, sua experiência, com a realidade e as idéias de cada um que ali estava.
As trajetórias dos dois que estavam sobre o palanque são, no mínimo, inspiradoras. Como a de todos os voluntários que persistem apesar das dificuldades (tempo em falta), mas que possuem tanto gosto em ajudar os alunos que, num sábado à tarde, ali estavam.
Não digo que foi uma solução definitiva, pois como Renan disse: cada aluno é cada aluno, e cada professor é cada professor, tentamos fazer um tipo “democrático”, mas só o tempo dirá qual a melhor forma de atuar a cada dia, a cada assunto e a cada exercício.
Não só como professores e monitores, tivemos a palestra de Thiago, voltada aos pensamentos “empreendedores” e “administrativos” com uma pequena dinâmica de grupo, sendo mais um debate do que uma palestra. Como bom engenheiro, sei que o planejamento é essencial, e o CATS não chegaria onde chegou (com planos de expansão muito em breve) sem a competência e o planejamento. E como o mundo dá voltas, nos preparam para assumir os cargos e dar continuidade ao CATS, com orgulho de ajudar, vendo nos novos alunos os alunos que nós também fomos.

 

Mas isso não é novo. Como já dito mais de uma vez no blog, fiz CasD (primo do CATS). E nesta semana tive o prazer de voltar lá e ajudar um pessoal em sua trajetória final (ninguém vai morrer, só vai mudar dessa pra melhor =) . Premiação dos melhores colocados, e um prof° do ITA, um tal de Irra, que conheceu Caetano, Chico, Elis, Gil, Pelé, Rivelino, Careca, Gabeira, Maluf ( po… tinha estragar a festa? )…

é de 70 essa idéia de car aulas gratuitas e com vontade=qualidade. Ele foi demitido por ele, Salim. Ia contra o estado e usava o método Paulo Freire de alfabetização. Além de não ser nem um pouco reservado em suas palavras …rs Então a educação básica já é cotada como ‘miserável’ desde que meu pai não andava de bicicleta (ele nunca andou, sabe… ) mas já estavam lá bons estudantes, pobres, que comiam sopa e não tinham dinheiro para viajar ao litoral, mas que faziam o que podiam porque ao menos completaram o ens médio. São casos como esse que me empolgam, que fazem do CATS e do CasD 2 sucessos, 2 esperanças, 2 famílias.

8° Outubro, 2008

“sangue hétero x sangue homo” – título plageado de outro blog, se me permite

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 8:42 am

o Ministério da Saúde divulgou em Nota técnica que gays e homens que fazem sexo com outros homens (HSH) não podem ser doares de sangue. Se basearam em algumas pesquisas recentes e outras nem tanto sobre Hepatite, AIDS e outras doenças que são mais incidentes nestas “classes”.

“No entendimento do  Ministerio da  Saude,  as  restrições a  doação de sangue presentes na
legislação sanitaria, nao tem por objetivo a exclusao do grupo de gays e HSH desta generosa
pratica; nem tampouco apoiar atitudes de constrangimentos e de discriminação desta natureza nos serviços de hemoterapia. 

A posição do Ministerio da  Saude e a de convocar os diversos atores envolvidos neste tema
a ampliação da consciência sanitaria e da solidariedade. Desta forma, espera-se que os gays e HSH conheçam os riscos reais e assumam a responsabilidade sobre a saude das pessoas receptoras do sangue
doado e que,  os serviqos de hemoterapia realizem o  atendimento de forma  mais  acolhedora e  humanizada,  livre de  qualquer discriminação dos candidates à doação.

http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5DAF-23AE-4891-AD36-1903553A3174%7D/%7B3A9CC2BC-504A-427E-A734-3013E714869F%7D/nota%20tecnica%20N_002_2008.pdf

É triste que usem essa classificação ao invés de realizarem testes. Não se acaba com os problemas isolando uma classe que aparenta apresentar riscos. Cada um é cada um. Conheço católicos imbecis e ateus muito sensatos. Estudantes ricos e violentos, pobres meigos e simpáticos.

Já puxo uma frase parecida de Gabrial, o Pensador na música Lavagem cerebral, em que trata do racismo:

“Cuidado com esse branco aí parado do seu lado, pois se ele passa fome, sabe como é:

ele rouba e mata o homem seja você você ou o Pelé.

Você e o Pelé morreriam igual, então que morra o preconceito e viva a união racial”

1° Setembro, 2008

não perca, dia 5 o mundo muda…

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos, Politicagem:Brasil e mundo — gsmohor @ 12:31 am

tá-tarara-tatá TUMTUM

“é ano de eleição, todo mundo é muito bão!

seu voto é meu salário, e todo mundo é otário!

aqui só tem ladrão, mas ninguém sabe não! [ chiiiuu]

mentimos pra danar, e o povo quer sambar!

assim também não dá, PRA QUE trabalhar?

a praça que foi feita amanhã já é desfeita…”

Então, sinceramente, hoje eu já sou discrente…

é setembro, e estou disperso…

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 12:24 am

A unidade agora é múltipla, e um ser humano é uma comunidade. Cada indivíduo faz parte de si, faz parte de todos, e nada mais é que parte de todos juntos num só.

Isso não chega a nada, mas é isso.

Vamos adiante…

Cada dia que estamos contando as horas esperando por algo, e no outro dia nos distanciamos do relógio o quanto pudermos… e quando olhamos: !!! Não podemos mais esperar, a correria intensa não é suficiente para a intensidade da vida.

Cada dia é um dia.

E uma tarde com os amigos, bebendo, comendo, olhando o céu e brincando é mais válido que uma correria.

Uma correria gera dinheiro, ações, fatos, história. Uma tarde gera sorrisos.

Que mais? Mais nada! E só isto é mais que tudo aquilo.

Aí um dia pensa-se: “é nada! melhor fazer algo útil!”

Aí junta-se dinheiro, ações, fatos, história para poder contar aos amigos, perder uma tarde bebendo, comendo, olhando o céu e brincando.

Cada dia é um dia.

Vamos adiante…

Há um orgulho próprio. Às vezes ele se esconde, mas ele não deixa de existir.

Criar algo, pensar numa solução genial, escrever um belo texto ou assobiar [ou assoviar?!?]  uma bela canção que pode virar sucesso  =)

E a falta de orgulho em cada falha, cada queda, cada tropeço bobo plenamente evitável…

Como se não fosse natural cair. Como se fosse estranho à natureza ter uma mancha. Como se a consciência dos homens superassem a física e a química de Gaia.

Há um orgulho próprio. Às vezes ele se esconde, mas ele não deixa de existir.

é setembro, e estou disperso…

o ano avança, e estou sentado…

as pessoas seguem e eu fico aqui…

o mundo gira, e eu vou dormir…

17° Agosto, 2008

FREE TIBET! E viva as olimpíadas!

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 11:44 pm

Há anos a China reprime o Tibete. Este se declara independente. A nação tem fortíssima ligação resligiosa como casa de Dalai-Lama. Sua casa, mas encontra-se exilado por perseguições do governo chinês.

O “monstro” asiático tenta, ou dá a impressõ de tentar, extinguir a religião, a tradição e a unidade do Tibete.

E a olimpíada começou com os protestos no território. Continuou com a poluição enorme que as termoelétricas (raras no Brasil) jogam no ar e contribuem para o aquecimento global. As contruções belas omitiram a censura da mídia, isolando os chineses do mundo.

Assim como o consumidor pode não comprar produtos de empresas “maléficas”, o telespectador pode não prestigiar uma atração; diminuir sua popularidade e seu valor. Boicote às olimpíadas como alguns países ameaçaram fazer, alguns esportistas fizeram, e eu quase fiz.

Quase, porque sou esportista. Quase, porque os atletas participantes não têm a menor culpa de a China praticar atos infelizes. O recordista Phelps mereceu o triunfo. E os milhões de admiradores antenados na TV. Cielo mereceu reportagens e gratificações. Bolt e Nadal não poderiam ser menos parabenizados.

Viva o esporte. Morte a ….

Foquemos apenas em coisas boas: VIVA O ESPORTE.

1° Julho, 2008

mas é só hoje, e isso passa…

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 1:49 pm

tudo passa, tudo passará

e se lembre daquela raiva que virou piada

o momento que antecede o esclarecimento, e os pensamentos ingênuos ou exagerados…

as humilhaçoes que foram planejadas, todas as vinganças fatais…

todas caladas num breve “me desculpe”

todas as horas perdidas de sono, sendo que depois do sono você acorda igual, e percebe que tudo aquilo foi banal, e você ainda perdeu tempo se preocupando, até mesmo brigando.

sim, também é ingênuo dizer que “tudo passa, TUDO passará”, mas certamente você pode filtrar a maioria, guardar somente o bom, esquecer o ruim, e melhorar o que der (se não fica fácil demais)

5° Junho, 2008

professores que fazem alunos…

Arquivado em: Filosofia de não-filósofos — gsmohor @ 11:25 pm

mas alguns alunos fazem o professor…

mas não vem ao caso. Vou tratar aqui sobre o título mesmo

Um dos professores mais empolgados e animados que eu tive começou a dizer sobre as crueldades do ser humano, como arrastar um garoto pra fora do carro, uma empregada que matou a patroa e roubou a criança (vai entender essas coisas) e cientistas com testes malucos e cruéis em animais ou plantas.

Aí, falando a uma sala de engenheiros ambientais, passou a dizer que o ser humano quer dinheiro, e seremos contratados para disfarçar as besteiras ambientais deles.

Foi uma tristeza só, a sala já ficou desiludida (não sei se estão até agora, mas é bem provável), e eu só pude resmungar comigo mesmo: fico desempregado mas não faço isso.

A infelicidade é que ele tem razão, e a maioria acaba indo pro mercado fazer exatamente aquilo. Nada bonito, mas acontece. O que podemos fazer é: se fazer a merda, que seja uma merda menor!

abraços a todos, e consciência acima de tudo…

Próxima Página »

Blog no WordPress.com.